Fome física vs fome emocional

Olá pessoal

Hoje quero falar de fome física e fome emocional. Aproveitando que estamos a caminhar para o verão e começam a surgir aquelas dietas malucas para ter aquele corpo “perfeito” preparado para a época balnear, e onde acabamos por prejudicar a nossa saude.

Existe uma diferença entre fome física e fome emocional, e muitas das vezes é isso que nos faz aumentar de peso e acabamos por ficar com a auto-estima baixa e deixamos de gostar do nosso corpo. Tudo isto pode estar relacionado com o nosso interior, com as coisas que estamos a viver naquele momento.

A fome é a necessidade física que temos quando surge a vontade de comer, que acarreta estímulos como a sensação do estômago vazio, além que desperta os hormônios, como a grelina, que é produzida pelo estômago, mas tem a função de disparar a sensação de fome directamente ao cérebro.

Depois vem a vontade de comer, que é um mecanismo que funciona de outra maneira e está ligada à ideia de recompensa cerebral e um  bom exemplo que nos acontece sempre, é o comer chocolate; quando ingerimos chocolate estamos a ativar o centro de recompensa cerebral ligado às sensações de prazer. E por outro lado ao ativar esse centro de recompensa com açúcar ou gordura faz com que o nosso cérebro aja como se estivesse a receber uma droga que faz libertar hormônios do bem-estar como a serotinina e a dopomina, que por sua vez funciona como amplificadores da vontade de comer. Daí a fome emocional.

Tudo isto gera um desequilíbrio no nosso organismo com o consumo excessivo de alimentos prejudiciais, levando ao consequente aumento do peso. Estas vontades normalmente surgem no final do dia ou nos intervalos entre as refeições, e o importante é saciar essa vontade com lanches saudáveis, ou colocando alimentos com fibras nas refeições que ajudam a regular a saciedades, ou trocar os doces e chocolates nos lanches, por frutas.

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Por outro lado, é importante perceber a sua relação com a comida, se come por ansiedade ou compulsão. Quando estamos ansiosos tentamos preencher-la com comida e muitas das vezes com aquelas opções menos saudáveis. Saber distinguir essas duas “fomes” é fundamental para estabelecer uma boa relação com a comida e com o nosso corpo.

Mantendo uma relação de equilíbrio com o nosso interior, nutrir o nosso corpo e a nossa alma com boas energias e boas vibrações praticando exercícios, a meditação ou o yoga, que ajudam a controlar a ansiedade evitando o “ataque” ao frigorifico. Procure ajuda caso não consiga fazer isto sozinho/a.

Beijinhos de luz

 

 

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